Você entrega a semente: um relatório, uma notícia, uma minuta, um conjunto de sinais. Em seguida descreve, em linguagem natural, o que quer compreender. Pode ser a recepção de uma política, o embate entre duas lideranças, a trajetória de uma crise ou o desfecho de uma história. O sistema não pede que você monte o modelo. Ele lê o material, extrai as tensões e prepara o terreno.
A partir dessa semente nasce um grafo de conhecimento: pessoas, instituições, temas e relações, com memória do que foi dito e de como os grupos se organizam. Sobre esse mapa, o Reflexo360 gera personas. Cada agente recebe profissão, biografia, horário de atividade, viés e um modo próprio de falar. O coletivo não é um texto único reescrito várias vezes. Ele emerge do atrito entre indivíduos.
O tempo então anda em rodadas. Os agentes publicam, comentam, silenciam e se reforçam. Você observa de uma visão privilegiada e pode injetar variáveis para comparar caminhos. No fim, um agente de relatório percorre o mundo já vivido, entrevista participantes, confronta fatos e devolve uma leitura estruturada. Se a página ainda não responde, a conversa continua dentro da simulação.
Deixe os agentes ensaiar o futuro e as decisões prevalecerem.